Site Logo
ISSN (Impresso) 1679-4435 - ISSN Online 2447-0147
286
Visualizações
Acesso aberto Revisado por Pares
Artigos Originais

Subnotificação de acidente ocupacional com materiais biológicos entre profissionais de Enfermagem em um hospital público

Underreporting of occupational accidents with biological materials involving nursing professionals in a public hospital

Adriana Sierra Assencio Almeida Barbosa1,2; Geandra do Amaral Diogo2; Selma Regina Axcar Salotti1; Sônia Maria Usó Ruiz Silva1

RESUMO

CONTEXTO: Os acidentes de trabalho com exposição a material biológico envolvendo profissionais de Enfermagem têm sido fator preocupante, porque, além dos danos que causam aos profissionais acidentados, também geram prejuízos às instituições.
OBJETIVO: Verificar a subnotificação da ocorrência de acidentes ocupacionais com material biológico entre profissionais de Enfermagem.
MÉTODOS: Estudo descritivo, de corte transversal, realizado com profissionais de Enfermagem, de ambos os sexos e em ativo exercício profissional, de um hospital público do município de Bauru, São Paulo, por meio da aplicação de um questionário elaborado pelos autores.
RESULTADOS: Dos 107 profissionais da Enfermagem da instituição, 96 (89,8%) aceitaram participar da pesquisa, realizada no período de janeiro a março de 2015. Dos que participaram, 53 (55,2%) referiram ter sofrido acidente com material biológico. A prevalência de subnotificação foi de 34%; há registro de indivíduos que sofreram até 7 acidentes e não notificaram nenhum. Quanto aos acidentes subnotificados, 73,9% foram percutâneos e em 67,4% o fluido sanguíneo estava envolvido. O principal motivo alegado pelos participantes para a subnotificação foi considerar desnecessário reportar a ocorrência, e a principal razão para o acidente foi a fatalidade.
CONCLUSÃO: Torna-se evidente a necessidade de aplicação de medidas educativas visando a evitar os acidentes com materiais biológicos (um sério risco à saúde dos profissionais). Ressaltamos a importância da notificação desses acidentes para permitir o planejamento de estratégias preventivas, além de assegurar ao trabalhador o direito de receber avaliação médica, tratamento adequado e benefícios trabalhistas.

Palavras-chave: notificação de acidente de trabalho; exposição a agentes biológicos; equipe de enfermagem.

ABSTRACT

BACKGROUND: Occupational accidents underwent by nursing professionals following exposure to biological materials are a cause concern, because in addition to the damage caused to the injured professionals, they are also harmful to institutions.
AIMS: To investigate the underreporting of occupational accidents with biological materials involving nursing professionals.
METHODS: Descriptive and cross-sectional study conducted with nursing professionals on active work at a public hospital in the city of Bauru, São Paulo, Brazil, through the application of a questionnaire developed by the authors.
RESULTS: From 107 nursing professionals in the institution, 96 (89.8%) agreed to participate in the survey, which was conducted from January to March 2015. From the participants, 53 (55.2%) reported having suffered an accident with biological materials. The prevalence of underreporting was 34% and there were individuals who had suffered up to seven accidents without having reported any. Regarding underreported accidents, 73.9% occurred through percutaneous routes and 67.4% involved blood. The main reason not to report accidents was that the participants did not consider it to be necessary, and the main reason for the accident, according them, was fatality.
CONCLUSION: The results of the present study clearly point to the need to develop educational actions aiming at the prevention of accidents with biological materials, which pose a serious risk to healthcare professionals. We emphasize the revelance of reporting such accidents for the planning of preventive strategies, in addition to ensure workers their right to medical assessment, adequate treatment and enforcement of labor rights

Keywords: occupational accidents registry; exposure to biological agents; nursing, team.

INTRODUÇÃO

Entre os trabalhadores da área da saúde, os profissionais de Enfermagem constituem uma categoria importante de indivíduos expostos a riscos variados, visto que permanecem longos períodos em contato direto com os pacientes durante sua rotina profissional1.

A exposição desses profissionais a material biológico pode ocorrer pelas vias percutânea e cutânea ou mediante contato com mucosas. Embora a maior preocupação esteja relacionada a acidentes com perfurocortantes, tendo como principais causas a manipulação inadequada, o descarte e o reencape de agulhas, qualquer contato direto com material biológico potencialmente contaminado por micro-organismos é também considerado uma exposição e requer avaliação2,3.

Diversos patógenos podem ser transmitidos aos profissionais da saúde durante o exercício de suas atividades, somando grande número de espécies de micro-organismos. Entre eles, os que representam maior importância epidemiológica, por provocarem doenças de maior gravidade, são: vírus da hepatite B (HBV), vírus da hepatite C (HCV) e vírus da imunodeficiência humana (HIV)4,5.

Assim, é importante que ações preventivas de acidentes ocupacionais sejam implementadas com os trabalhadores, tanto individual como coletivamente, a fim de que se possa evitar a transmissão de doenças6.

Embora o risco de transmissão de doenças infecciosas aos profissionais de saúde em decorrência de acidentes com material biológico esteja comprovado, o número preciso de infecções que decorrem desses eventos ainda é desconhecido, devido à escassez de dados sistematizados de vigilância e à subnotificação7.

É necessário destacar que todo acidente de trabalho deve ser notificado, uma vez que a obtenção de dados acerca do evento e do que o ocasionou é de grande importância tanto para o profissional acidentado, que fica respaldado legalmente, quanto para as instituições, por possibilitar a tomada de ações corretivas e a avaliação de sua eficácia8.

Notificar um acidente de trabalho significa registrá-lo no protocolo de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), que é disponibilizado pelas vias impressa e eletrônica. O empregador é obrigado a comunicar à Previdência Social a ocorrência do acidente de trabalho e a notificação deve ser feita até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência. No caso de falta de comunicação por parte da empresa, o próprio acidentado, seus dependentes, a entidade sindical competente, o médico que o assistiu ou qualquer autoridade pública poderão emitir a CAT7,9,10.

No entanto, a subnotificação de acidentes de trabalho tem sido um tema abordado em vários estudos, que encontraram como principais justificativas para a não notificação: a falta de conhecimento sobre como fazê-lo, o excesso de burocracia, o medo de punição pela chefia imediata e a atribuição de baixo risco ao acidente11,12.

Pesquisa realizada em unidade de emergência de um hospital público de Belo Horizonte evidenciou 66,0% de subnotificação de acidentes com material biológico em auxiliares e técnicos de Enfermagem13.

Sendo assim, a subnotificação dos acidentes impede o conhecimento da real situação epidemiológica e, consequentemente, prejudica a proposição e a implementação de estratégias preventivas específicas para a exposição a material biológico8,14.

Baseado no exposto, o presente estudo teve por finalidade avaliar a ocorrência de subnotificação de acidente ocupacional com material biológico entre os profissionais da equipe de Enfermagem em um hospital público do município de Bauru, São Paulo.

 

MÉTODOS

Trata-se de um estudo descritivo, de corte transversal, desenvolvido em um hospital público no município de Bauru, no interior do Estado de São Paulo, abrangendo os profissionais de Enfermagem, nas funções de auxiliares, técnicos e enfermeiros, de ambos os sexos.

Foi aplicado um questionário, elaborado pelos autores, focando aspectos relacionados ao trabalho, à caracterização dos acidentes e à ausência ou não de notificação. O sigilo da identificação dos respondentes foi preservado. Um dos autores entregou o questionário para os participantes, no período de janeiro a março de 2015, dando a orientação necessária e fazendo o recolhimento posteriormente.

Como critério de inclusão, os profissionais deviam estar em exercício ativo de sua função, portanto expostos a riscos biológicos, e concordar em participar do estudo mediante a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

As informações foram armazenadas em um banco de dados estruturado no programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 17.0 para Windows, e analisadas por meio de estatística descritiva. Foi procedida a dupla digitação dos dados.

O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa sob processo de nº 923.278/2014.

 

RESULTADOS

De um total de 107 profissionais da Enfermagem, 96 aceitaram participar da pesquisa; dos 11 que não responderam, 8 se encontravam em licença (prêmio ou saúde) e 3 se recusaram a responder. Dos 96 participantes, que correspondem a 89,8% do total de funcionários da instituição, houve predomínio do sexo feminino (87,5%) e a idade variou de 23 a 61 anos, com média de 41 anos. A categoria profissional predominante foi de auxiliares de Enfermagem (70,9%), seguida por enfermeiros (20,8%) e técnicos de Enfermagem (8,3%). Com relação ao nível de escolaridade, 38,5% haviam concluído o ensino técnico e 41,7% tinham o ensino superior completo. O tempo de experiência como trabalhadores da equipe de Enfermagem variou de 1 a 48 anos, com uma média de 20,9 anos de atuação profissional.

Dos 96 profissionais entrevistados, 53 (55,2%) afirmaram ter sofrido exposição ocupacional a material biológico no decorrer de sua experiência profissional na instituição ou fora dela. Desses profissionais, 47 (66,0%) preencheram a CAT e 18 (34,0%) não preencheram, sendo que 12 trabalhadores sofreram mais de uma exposição e abriram CAT em pelo menos uma delas.

Na Tabela 1 encontram-se os participantes do estudo que foram vítimas de exposição a material biológico, segundo a notificação ou não de seus acidentes. Entre os sujeitos que notificaram o ocorrido: 89,4% são do sexo feminino; 78,7% têm idade acima de 40 anos; 80,8% são auxiliares de Enfermagem; 46,8% completaram o ensino de nível técnico; e 34,1% possuem nível superior completo. Em relação aos acidentes subnotificados, os dados indicaram que 66,7% ocorreram com trabalhadores do sexo feminino e 72,2% dos acidentados tinham idade igual ou acima de 40 anos — a mesma porcentagem foi observada em relação ao cargo de auxiliares de Enfermagem, seguidos de 22,2% enfermeiros.

 

 

O número total de acidentes relatado foi de 113, com uma média de 2,2 (variando de 1 a 7) acidentes por pessoa. Verificou-se que 49,0% dos profissionais relataram ter sofrido apenas um acidente ocupacional. Do total de acidentes, 67 foram notificados e 46 não foram notificados.

A Tabela 2 mostra a caracterização do acidente e o número de ocorrência nos grupos de estudo. Dos 67 acidentes com material biológico notificados, 56 (83,6%) foram percutâneos; desses, em 53 (79,1%) o sangue foi o fluido corporal envolvido, e em 18 (26,9%) casos o principal agente causador foi reencape de agulha. No momento do acidente, 54 (80,6%) profissionais faziam uso do equipamento de proteção individual (EPI); a maioria, 42 (62,6%), apontou a fatalidade como principal motivo para ocorrência do acidente.

 

 

Do total de 46 acidentes com material biológico subnotificados, 34 (73,9%) foram percutâneos, 4 (8,7%), exposições cutâneo-mucosas, e 8 (17,4%), contato de sangue e/ou secreções com pele íntegra (Tabela 2). Em relação ao fluido corporal envolvido no acidente, 31 (67,4%) acidentes envolveram sangue, e 15 (32,6%), fluidos corporais sem sangue visível. Constatou-se, ainda, que os trabalhadores se acidentaram quando desconectavam a agulha da seringa (15,3%), ao reencaparem ativamente a agulha (21,7%) e ao manusearem o bisturi (21,7%). No momento da ocorrência da exposição a material biológico, em 40 (87,0%) casos, os profissionais relataram estar utilizando EPI, enquanto em 6 (13,0%) o equipamento não foi utilizado. O principal motivo para a ocorrência dos acidentes, entre os 46 casos levantados, foi a fatalidade, 28 (60,9%), seguido de falta de atenção, 8 (17,4%), e estresse, 7 (15,2%).

De um total de 46 acidentes subnotificados após exposição ocupacional a material biológico, 34,9% justificaram a subnotificação por considerarem desnecessário comunicar o acidente, 17,4% não fizeram a comunicação por excesso de burocracia e 15,2%, por falta de conhecimento.

 

DISCUSSÃO

Acidentes ocupacionais provocados por materiais perfurocortantes entre trabalhadores de Enfermagem são frequentes devido à constante manipulação de objetos como agulhas; esses riscos representam prejuízos tanto para os trabalhadores como para a instituição, tornando visível a necessidade de se adotar medidas preventivas3,4.

Apesar de legalmente obrigatória, a notificação dos acidentes de trabalho, na prática, está sujeita à subnotificação, devido, em parte, ao sistema de informação usado e à concepção fragmentada das relações saúde e trabalho15. Outro fator que tem contribuído para a subnotificação (especificamente das injúrias percutâneas) é a falta de importância atribuída pelos próprios trabalhadores às pequenas lesões causadas pelas agulhas16,17.

A identificação da prevalência de subnotificação dos acidentes com material biológico nas instituições de saúde constitui um desafio, visto que depende da informação fornecida pelo próprio profissional envolvido. Assim, utilizamos o questionário para a obtenção de dados acerca da população-alvo, uma ferramenta que tem sido amplamente aplicada em estudos envolvendo acidentes ocupacionais12,18-21.

No presente estudo, a maioria das vítimas de acidente ocupacional era do gênero feminino e da categoria "auxiliares de Enfermagem". Esses dados eram esperados devido ao fato de que, na instituição estudada, o maior contingente de trabalhadores é desse gênero e desempenha essa função, realidade também encontrada por outros autores que investigaram acidentes ocupacionais17,22,23.

Embora seja considerável o número de acidentes de trabalho registrado entre profissionais de saúde, ele não reflete a realidade, uma vez que existe alto índice de subnotificação, o que subestima muito a incidência desses eventos6,8,11,12,15,24.

Destaca-se que a prevalência de subnotificação pode variar consideravelmente nos estudos dependendo da população estudada, do tipo de exposição e das políticas de notificação de cada instituição de saúde12.

Na presente investigação, a prevalência de subnotificação foi de 34,0%; há registro de indivíduos que sofreram até 7 acidentes e não notificaram nenhum. A exposição percutânea foi a mais frequente (73,9%), estando o fluido sanguíneo presente em 67,4% dos acidentes. Na maioria dos casos, o reencape e a desconexão de agulhas foram os agentes mais frequentes, totalizando 37,0%. Por se tratar de um ambiente hospitalar, houve também incidência considerável de acidentes durante o manuseio de bisturis (21,7%).

A subnotificação de acidentes tem sido alvo de estudos de outros pesquisadores cujos dados corroboram os do presente estudo. Ferreira et al.12 encontraram um índice de subnotificação de 36,6% entre profissionais de Enfermagem de um hospital público. Outro estudo, realizado por Napoleão e Robazzi6, revelou um índice de 91,9% de subnotificação entre trabalhadores de Enfermagem, destacando-se, entre eles, os acidentes com perfurocortantes (34,4%). Também Napoleão e Robazzi, em pesquisa realizada em 2000, apontaram que a principal causa de subnotificação atribuída pelos sujeitos foi considerar a lesão pequena e sem importância (53,1%), seguida do desconhecimento do dever de comunicar o acidente (38,8%). Entre as outras causas apontadas pelos sujeitos participantes estavam a falta de tempo (11%) e o medo de ser demitido (2,0%)24.

Em relação aos motivos alegados para a subnotificação da população-alvo do presente estudo, houve predominância de profissionais que não consideraram necessária a comunicação do acidente, por não valorizarem o risco a que estavam submetidos.

Esses dados foram corroborados por outro estudo, que identificou como causas para subnotificação a pouca ou nenhuma atribuição de risco ao acidente e a suposição de que o paciente não representa uma ameaça infecciosa11.

No estudo de Nagao et al.21, 41% dos profissionais que sofreram acidente afirmaram que notificaram apenas aqueles cujo paciente-fonte tinha sorologia reagente para HCV, HBV ou HIV.

Estudo realizado por Alves et al.8 evidenciou que a taxa de subnotificação de acidentes com material biológico foi de 55,1%. Os motivos mais frequentemente referidos para a subnotificação foram: julgar que o acidente era de baixo risco; paciente-fonte HIV negativo; desconhecimento sobre os procedimentos a serem realizados após um acidente ocupacional com material biológico; e excesso de burocracia, fator também relatado pelos participantes do presente estudo.

Sofrer um acidente com material biológico também pode ser interpretado pelo profissional como falta de habilidade ou negligência, de modo que muitos deixam de fazer a notificação para evitar constrangimentos12.

No presente estudo, observou-se que a fatalidade foi o principal motivo alegado para a ocorrência do acidente, independentemente de os profissionais terem ou não notificado o evento. Embora a maioria dos profissionais estivesse usando EPI no momento do acidente, parte significativa, 13%, não portava esse equipamento.

Estudo realizado por Bennatti25 sobre a adesão da equipe de Enfermagem às precauções padrão apontou que os principais impeditivos vivenciados no dia a dia profissional são a falta de credibilidade à eficácia das medidas de proteção individual, a dificuldade de capacitação, o não emprego de normas preestabelecidas e o desinteresse dos trabalhadores.

O conhecimento, em si, não é suficiente para assegurar que os profissionais de saúde adotem comportamentos seguros no trabalho e notifiquem os acidentes. Os resultados encontrados neste estudo mostram que o aumento do nível de escolaridade não foi um fator capaz de influenciar na diminuição do risco de acidentes ocupacionais, uma vez que a maioria dos profissionais acidentados possuía nível superior.

Assim, a aplicação de medidas educativas e preventivas deve ser contínua, promovendo conscientização e capacitação dos profissionais da equipe de Enfermagem quanto às situações que representam risco ocupacional, tornando possível a mudança de comportamento. Também ressaltamos que a notificação dos acidentes é de extrema importância para o planejamento de estratégias preventivas, além de assegurar ao trabalhador o direito de receber avaliação médica especializada, tratamento adequado e benefícios trabalhistas.

 

REFERÊNCIAS

1. Soerensen AA, Moriya TM, Hayashida M, Robazzi MLCC. Acidentes com material biológico em profissionais do atendimento pré-hospitalar móvel. Rev Enferm UERJ. 2009;17(2):234-9.

2. Canalli RTC, Moriya TM, Hayashida M. Acidentes com material biológico entre estudantes de enfermagem. Rev Enferm UERJ. 2010;18(2):259-64.

3. Vieira M, Padilha MI, Pinheiro RDC. Análise dos acidentes com material biológico em trabalhadores da saúde. Rev Latino-Am Enferm. 2011;19(2):1-8.

4. Kon NM, Soltoski F, Reque Junior M, Lozovey JCA. Acidentes de trabalho com material biológico em uma Unidade Sentinela: casuística de 2.683 casos. Rev Bras Med Trab. 2011;9(1):33-8.

5. Julio RS, Filardi MBS, Marziale MHP. Acidente de trabalho com material biológico ocorridos em municípios de Minas Gerais. Rev Bras Enferm. 2014;67(1):119-26.

6. Napoleão AM, Robazzi MLCC. Acidentes de trabalho e subnotificação entre trabalhadores de enfermagem. Rev Enferm UERJ. 2003;11:59-63.

7. Santos PHS, Reis LA. Subnotificação de acidentes de trabalho em profissionais de enfermagem: revisão integrativa. Rev Enferm UFPE. 2016;10(2):640-6.

8. Alves AP, Ferreira MD, Prearo MF, Gir E, Canini SRMS. Subnotificação de acidentes ocupacionais com material biológico pela enfermagem no bloco cirúrgico. Rev Eletr Enf. 2013;15(2):375-81.

9. Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Lei n.º 8.213, de 24 de julho de 1991. Dispõe sobre os planos de benefícios da Previdência Social e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. 1991;1.

10. Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria GM n.º 3.214, de 8 de junho de 1978. NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. 1978;1.

11. Marziale MHP. Subnotificação de acidentes com perfurocortantes na enfermagem. Rev Bras Enferm. 2003;56(2):164-8.

12. Ferreira MD, Pimenta FR, Facchin LT, Gir E, Canini SRMS. Subnotificação de acidente biológicos pela enfermagem de um hospital universitário. Cienc Enferm. 2015;21(2):21-9.

13. Oliveira AC, Diaz MEP, Toledo AD. Acidentes de trabalho com materiais perfurocortantes entre a equipe multiprofissional de uma unidade de emergência. Ciênc Cuid Saúde. 2010;9(2):341-9.

14. Mallmann DG, Sousa JC, Hammerschmidt KSA. Acidentes de trabalho e sua prevenção na produção científica brasileira de enfermeiros: revisão integrativa. Ciênc & Saúde. 2016; 9(1):49-54.

15. Marziale MHP, Rodrigues CM. A produção científica acerca dos acidentes do trabalho com material perfurocortante entre trabalhadores de enfermagem. Rev Latino-Am Enferm. 2002;10(4):571-7.

16. Canini SEM, Gir E, Hayashida M, Machado AA. Acidentes perfurocortantes entre trabalhadores de enfermagem de um hospital universitário do interior paulista. Rev Latino-Am Enferm. 2002;10(2):172-8.

17. Santos Junior EP, Batista AM, Almeida ATF, Abreu RAA. Acidente de trabalho com material perfurocortante envolvendo profissionais e estudantes da área de saúde em hospital de referência. Rev Bras Med Trab. 2015;13(2):69-75.

18. Osborne S. Perceptions that influence occupational exposure reporting. AORN J. 2003;78(2):262-72.

19. Tabak N, Shiaabana AM, Shasha S. The health beliefs of hospital staff and the reporting of needlestick injury. J Clin Nurs. 2006;15(10):1228-39.

20. Kennedy R, Kelly S, Gonsalves S, Mc Cann PA. Barriers to the reporting and management of needlestick injuries among surgeons. Ir J Med Sci. 2009;178(3):297-9.

21. Nagao M, Iinuma Y, Igawa J, Matsumura Y, Shirano M, Matsushima A, et al. Accidental exposures to blood and body fluid in the operation room and the issue of underreporting. Am J Infect Control. 2009;37(7):541-4.

22. Padilha MICS, Vaghetti HH, Brodersen G. Gênero e enfermagem: uma análise reflexiva. Rev Enferm UERJ. 2006;14(2):292-300.

23. Gershon RRM, Pearson JM, Sherman MF, Samar SM, Canton AN, Stone PW. The prevalence and risk factors for percutaneous injuries in registered nurses in the home health care sector. Am J Infect Control. 2009;37(7):525-33.

24. Napoleão AM, Robazzi MLCC, Marziale MHP, Hayashida M. Causas de subnotificação de acidentes do trabalho entre trabalhadores de enfermagem. Rev Latino-Am Enferm. 2000;8(3):119-20.

25. Bennatti MCC. Acidentes do trabalho entre trabalhadores de enfermagem de um hospital universitário. Rev Esc Enferm USP. 2001;35(2):155-62.

Recebido em 23 de Agosto de 2016.
Aceito em 25 de Outubro de 2016.

Trabalho realizado no Instituto Lauro de Souza Lima – Bauru (SP), Brasil.

Fonte de financiamento: nenhuma


Indexadores

Todos os Direitos Reservados © Revista Brasileira de Medicina do Trabalho